sábado, 21 de novembro de 2009


Luta contra o apartheid

O apartheid, que significa "vida separada", era o regime de segregação racial existente na África do Sul, que obrigava os negros a viverem separados. Os brancos controlavam o poder, enquanto o restante da população não gozava de vários direitos políticos, econômicos e sociais.

Ainda estudante de Direito, Mandela começou sua luta contra o regime do apartheid. No ano de 1942, entrou efetivamente para a oposição, ingressando no Congresso Nacional Africano (movimento contra o apartheid). Em 1944, participou da fundação, junto com Oliver Tambo e Walter Sisulu, da Liga Jovem do CNA.

Durante toda a década de 1950, Nelson Mandela foi um dos principais membros do movimento anti-apartheid. Participou da divulgação da “Carta da Liberdade”, em 1955, documento pelo qual defendiam um programa para o fim do regime segregacionista.

Mandela sempre defendeu a luta pacífica contra o apartheid. Porém, sua opinião mudou em 21 de marco de 1960. Neste dia, policiais sul-africanos atiraram contra manifestante negros, matando 69 pessoas. Este dia, conhecido como “O Massacre de Sharpeville”, fez com que Mandela passasse a defender a luta armada contra o sistema.

Em 1961, Mandela tornou-se comandante do braço armado do CNA, conhecido como "Lança da Nação". Passou a buscar ajuda financeira internacional para financiar a luta. Porém, em 1962, foi preso e condenado a cinco anos de prisão, por incentivo a greves e viagem ao exterior sem autorização. Em 1964, Mandela foi julgado novamente e condenado a prisão perpétua por planejar ações armadas.

Mandela permaneceu preso de 1964 a 1990. Neste 26 anos, tornou-se o símbolo da luta anti-apartheid na África do Sul. Mesmo na prisão, conseguiu enviar cartas para organizar e incentivar a luta pelo fim da segregação racial no país. Neste período de prisão, recebeu apoio de vários segmentos sociais e governos do mundo todo.

Com o aumento das pressões internacionais, o então presidente da África do Sul, Frederik de Klerk solicitou, em 11 de fevereiro de 1990, a libertação de Nelson Mandela e a retirada da ilegalidade do CNA (Congresso Nacional Africano). Em 1993, Nelson Mandela e o presidente Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços em acabar com a segregação racial na África do Sul.

Em 1994, Mandela tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul. Governou o país até 1999, sendo responsável pelo fim do regime segregacionista no país e também pela reconciliação de grupos internos.

Com o fim do mandato de presidente, Mandela afastou-se da política dedicando-se a causas de várias organizações sociais em prol dos direito humanos. Já recebeu diversas homenagens e congratulações internacionais pelo reconhecimento de sua vida de luta pelos direitos sociais.

Algumas frases de Nelson Mandela

- "Sonho com o dia em que todas as pessoas levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos."
- "Uma boa cabeça e um bom coração formam uma formidável combinação."
- "Não há caminho fácil para a Liberdade."
- "A queda da opressão foi sancionada pela humanidade, e é a maior aspiração de cada homem livre."
- "A luta é a minha vida. Continuarei a lutar pela liberdade até o fim de meus dias."
- "A educação é a arma mais forte que você pode usar para mudar o mundo."

Dia Internacional de Nelson Mandela

- A partir de 2010, será celebrado em 18 de julho de cada ano o Dia Internacional de Nelson Mandela. A data foi definida pela Assembléia Geral da ONU e corresponde ao dia de seu nascimento.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ZL ASSESSORIAS - ASSESSORIA DE IMPRENSA



Entre os objetivos do trabalho de uma Assessoria de Imprensa podemos destacar a divulgação das atividades da empresa/cliente junto aos diversos públicos, internos e/ou externos, através dos diferentes veículos de comunicação, regionais e nacionais, ou seja, jornais, revistas, sites, rádios e tvs.

A ZL ASSESSORIAS insere a empresa/cliente no mailling dos veículos de comunicação como fonte de informação. Agenda entrevistas com a imprensa e cliente para divulgação do seu produto. Cria ações especiais de comunicação, de acordo com as atividades e necessidades do cliente. Desenvolve projeto gráfico e editorial para publicações institucionais. Coleta, arquiva e monta clipping para o cliente do material publicado na mídia impressa e eletrônica.

Clientes que já passaram pela ZL



Prefeitura de Cabo Frio – RJ
Deputada Estadual Alice Tamborindeguy
Dalva Lazaroni
Fernando Gabeira
Secretaria de Educação de Duque de Caxias
IBICI - Instituto Brasileiro de Integração Corporativa e Institucional
INPP - Instituto Nacional de Desenvolvimento de Políticas Públicas
Redatora do Suplemento Agrícola do Jornal da Bahia
Jornalista responsável pelo Jornal l’art – especializado em música clássica
Jornalista responsável pelo House Organ da Cosigua do Grupo Gerdau
Jornalista responsável pelo Jornal da Associação Nacional dos Mutuários do
Rio de Janeiro
ONG VER E OUVIR
Campanha “Divirta-se”
livro “Chic” de Glória Kalil.
livro Charlô of Course – Charlô Whately
livro Vicente do Rego Monteiro- Jorge Getulio Veiga
livro O Cristal no Império do Brasil- Jorge Getulio Veiga
livro Cartas de Amor À Divina - Di Cavalcanti
livro Sacopã / Bandeira/ Delanne / Herzog - No Túmulo da Cidadania
livro Traça-Traca do Português - André Louzeiro
livro : Coleção Os Franceses no Brasil
livro Lygia, a Recordista - Ana Arruda Callado
livro China e os Portos no Mundo - Carlos Tavares de Oliveira
livro 13 Bilhetes Suicidas - Cláudio Murilo Leal
Idealizadora do evento “Tardes Poéticas”, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian
Comitê Pela Vida
Idealizadora do evento “ Tardes Clássicas” – Música Clássica – nas Livrarias Argumento
Organização do III POOL FASHION RIO
Lançamento do filme “Pedro Mico “ com PELÉ
Lançamento do filme “Deu no New York Times “
As jogadoras da Seleção Brasileira de Vôlei do Brasil : Elisângela e Érika
Musical da Broadway “ Ain’t Misbehavin”
Organização de Desfiles de Primavera-Verão no Fun Club do Shopping Rio Sul –
Sérgio Zobaran Comunicação
Tempo Publicidade e Comunicação Social
Emcena Comunicação
Maurício Rabello Assessores
90 anos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Pianista Arthur Moreira Lima
Pianista Nelson Freire
Peça “ Uma vez mais” com Joana Fomm de Woody Allen
Remington
Leiloeiro Horácio Ernani
Arquitetos Perez Boscan e Erasmo Rocha
Show-room de Teresa Andrade e Cecília Borgeth
Loja de decoração “ Cose di Casa”
loja de decoração marroquina “ KASBAH”
loja “Relumi”
Vinho do Porto Cruz nas versões tinto e branco
Site “ Os Barbosa” - Miguel Falabella
Balé Guairá
Grupo de sapateado “Catsapá”
Cadeia Othon de hotéis
Atlântic
Schering
Café moinho de ouro
Loja Amor Perfeito
ELL ET LUI
Loja “ Hobi Club”
Maria Claudia Leite Tapetes
Alexandre Louzada (carnavalesco da Mangueira)
Exposição do artista plástico espanhol MARC ALBÀ , na Galeria Sérgio Caribé em São Paulo
Redatora da Revista FUZUÊ MAGAZINE
Diretora do Instituto IFQV (Instituto de Fomento a Qualidade de Vida)
IAB - Instituto de Arquitetos do Brasil
Musicista MARIA HARO
Circo Teatro UDI GRUDI
Evento “FUNK MUND”
MC Gringo
Carlos Artur De Peder- Visagista
Estação do Corpo
Fundação Darcy Ribeiro
Editora Batel
Editora Quinta Cor
Fundação Darcy Ribeiro
Restaurantes:
- Mistura Fina
- Fun Club
- Gattopardo
- O Obelisco
- Bravo Gianni
- Clube Comercial
- Aipo e Aipim
- Caçarola de Barro
- Chef’s
- Estação Ipanema
- Cafeína
- Restaurante-Escola Cedim

Contatos : 55 21 2256-6467

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

16 DIAS DE ATIVISMO - UMA VIDA SEM VIOLÊNCIA É UM DIREITO DAS MULHERES


A campanha dos 16 Dias de Ativismo entra no AR

Em 2007, 52% dos eventos foram realizados em municípios do interior, espaços carentes de serviços de atendimento às mulheres em situação de violência. Em 2008, este número subiu para 59%.

Uma Vida sem Violência é um Direito das Mulheres. Comprometa-se. Tome uma atitude. Exija seus direitos. Com este slogan a edição 2009 da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres no Brasil, realizada entre os períodos de 20 de novembro a 10 de dezembro, dá visibilidade às diferentes formas de violência, ainda presentes no cotidiano de muitas mulheres, a fim de sensibilizar a sociedade e o Estado para o seu enfrentamento, assim como estimular o comprometimento de todos os atores sociais.

Em sua sétima edição nacional, a Campanha 16 Dias de Ativismo vem ampliando a cada ano seu alcance, mobilizando sociedade civil e governos nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal gerando um aumento de mil por cento no número de eventos em 2008 (675) comparados com 2004.

A questão do direito humano a uma vida sem violência e do enfrentamento à violência contra as mulheres combina uma discussão ampla, que nos permite desvendar e desconstruir as amarras da cultura milenar que estruturou e consolidou as desigualdades de gênero. O grande foco no debate sobre violência contra as mulheres ainda se encontra nos atos violentos visíveis, que deixam marcas físicas, mas não consideram a violência moral e psicológica como prejuízo real às mulheres em situação de violência.

Como uma ação estratégica, a Campanha 16 Dias de Ativismo tem um papel relevante na promoção de debate e propõe dar visibilidade às várias formas de violência contra as mulheres, estimulando o reconhecimento de condutas aparentemente banais e corriqueiras como formas de violência e a adoção de comportamentos críticos, de resistência e de alteração dessas condutas. Ao sensibilizar diversos atores para a temática, incluindo tomadoras/es de decisão nas três esferas, a Campanha contribui com e para a implementação efetiva do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e o do Plano Nacional de Política para as Mulheres.

A Campanha dos 16 Dias de Ativismo adere às mídias sociais

O BLOG Campanha 16 Dias de Ativismo já existe. Neste ano, contaremos com mídias sociais, como um BLOG, para a divulgação da Campanha. O BLOG será um veículo de mobilização, informação e interação sobre a temática da violência contra as mulheres e as ações da Campanha nos estados. Valendo-se do acúmulo de experiências e materiais já produzidos ao longo dos sete anos da Campanha 16 Dias de Ativismo em âmbito nacional.

Este Perfil da Campanha, focado nas mídias sociais – Youtube, Orkout, Google groups, Flirk - permitirá o acesso a um conjunto de materiais impressos, de áudio e vídeo que poderão ser utilizados para as ações deste ano. Através do endereço www.agende.org.br/16dias, você encontrará desde instrumentos de divulgação da campanha, agenda de eventos nos estados, notícias sobre as mobilizações publicadas na mídia, banner para adesão/apoio à Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Vai encontrar também maneiras de se comprometer com a Campanha, atitudes que pode tomar para por fim a violência contra as mulheres e direitos que pode exigir para assegurar uma vida sem violência para as mulheres brasileiras.

Para manter viva e atuante a rede que construímos durante todos estes anos da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo fim da Volência contra as Mulheres, ajude-nos a aumentar a visibilidade dessas ações e eventos da Campanha, enviando informações sobre as atividades planejadas e, depois, realizadas em sua cidade. Elas serão registradas e veiculadas na AGENDA no BLOG da Campanha e também nos relatórios da edição 2009.

O sucesso da Campanha 16 Dias de Ativismo está na consolidação da mobilização nacional em todos os estados e, de maneira crescente, nos municípios do interior.Este avanço depende da interação e reforço de todos os movimentos, organizações da sociedade civil e instancias governamentais, não deixem de nos enviar as datas, locais e horários dos eventos que acontecem na sua cidade.
www.agende.org.br/16dias

terça-feira, 27 de outubro de 2009

THIÊ ROCK E BANDA LION HEART

sábado, 24 de outubro de 2009

MARCHA MUNDIAL PELA PAZ


A Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência está impulsionada pelo Movimento Humanista através de um de seus organismos: Mundo Sem Guerras e aberta à participação de outras instituições e pessoas.

Esta Marcha pretende criar consciência frente à situação crítica que vivemos no mundo inteiro, caracterizada pela pobreza de vastas regiões, o enfrentamento entre culturas, a violência e a discriminação que contaminam a vida cotidiana de amplos setores da população. Existem conflitos armados em numerosos pontos, uma profunda crise do sistema financeiro internacional, ao que hoje se soma a crescente ameaça nuclear, que é a máxima urgência do momento atual. Estamos ante o fracasso global de um sistema cuja metodologia de ação é a violência e cujo valor central é o dinheiro.

É urgente criar consciência pela Paz e o desarmamento. Mas também é necessário despertar a consciência da Não-Violência que nos permita rejeitar não só a violência física, mas também toda forma de violência (econômica, racial, psicológica, religiosa, sexual, etc.).

Reclamamos nosso direito a viver em paz e liberdade. Não se vive em liberdade quando se vive ameaçado.

A Marcha Mundial é um chamado a todas as pessoas a somar seu esforço e tomar em suas mãos a responsabilidade de mudar nosso mundo, superando a violência pessoal, apoiando-nos em nosso âmbito mais próximo e até onde nossa influência chegue.

POR TUDO ISSO EXIGIMOS:

• o desarmamento nuclear em nível mundial,
• a retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados,
• a redução progressiva e proporcional do armamento convencional,
• a assinatura de tratados de não agressão entre países e
• a renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos.

A proposta inicial se desenvolveu muito rapidamente. Em poucos meses a Marcha Mundial suscitou a adesão de milhares de pessoas, agrupamentos pacifistas e não-violentos, diversas instituições, personalidades do mundo da ciência, da cultura e da política sensíveis à urgência do momento. Também inspirou uma enorme diversidade de iniciativas em mais de 100 países

Uma delas, será a marcha simbólica de uma equipe multicultural que percorrerá os seis continentes. Começará no dia 2 de outubro (Dia internacional da Não-Violência) em Wellington ( Nova Zelândia), e culminará em 2 de janeiro de 2010 ao pé do o monte Aconcágua, Punta de Vacas (Argentina).

Em todo este tempo, em centenas de cidades se realizarão marchas, festivais, foros, conferências e outros eventos para criar consciência da urgência da Paz e a Não Violência. E no mundo inteiro as campanhas de adesão à Marcha multiplicarão este sinal além do agora imaginável.

A verdadeira força desta Marcha nasce do ato simples de quem por consciência adere a uma causa digna e a compartilha com outros.

COMUNIDADE INTERNACIONAL DE MULHERES



PARTICIPEM!!!!
http://womenforachangecommunity.ning.com/group/wfacbrazil

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

16 DIAS DE ATIVISMO CONTRA A VIOLÊNCIA DE GÊNERO - 25 de novembro - 10 de dezembro de 2009



A cada ano, desde 1991, dezenas de milhares de ativistas de todas as regiões do mundo têm participado na campanha dos 16 dias de Ativismo contra a Violência de Gênero. As mensagens fundamentais da campanha – que os direitos das mulheres são
direitos humanos e que a violência contra as mulheres é uma violação dos direitos humanos – têm sido uma chamada de unificação para o movimento de mulheres. Ao reconhecer que a violência contra as mulheres atinge aos povos de cada país,
raça, classe, cultura e religião, a campanha dos 16 dias dá oportunidade às/aos ativistas para trabalhar juntos em solidariedade, utilizando esse período no qual há um aumento da atenção ao tema a nível internacional para procurar apoio pelo seus esforços a nível local.

Em celebração ao 60° aniversario da Declaração Universal Dos Direitos Humanos (DUDH), durante a campanha dos 16 dias do ano passado, milhões de pessoas se comprometeram a apoiar o trabalho para acabar com a violência contra as mulheres
e defender os direitos humanos. Construindo sob esta base, o Centro pela Liderança Global das Mulheres (CWGL) se dedica os 16 Dias de Ativismo contra Violência de Gênero para honrar os grupos e pessoas que se comprometeram a dar atenção mundial para a violência contra as mulheres, a incentivar todas as pessoas, de acordo a suas diversas capacidades, a atuar para por fim à violência contra as mulheres, e a reclamar a prestação de contas referente a todas as promessas feitas para eliminar a violência contra as mulheres. Por isso, o tema pelo ano 2009 é:

COMPROMETA-SE ▪ ATUE ▪RECLAME:
PODEMOS ACABAR COM A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES !
COMPROMETA-SE: TODOS E TODAS SOMOS RESPONSÁVEIS


Em 1991, quando 23 mulheres de todas partes do mundo se reuniram no primeiro Instituto de Liderança Global das Mulheres organizado pelo Centro de Liderança Global das Mulheres e pensaram na idéia da campanha dos 16 dias, quem sabe nenhuma delas tivesse imaginado o êxito incrível que a campanha teve como ferramenta de organização. Devido ao esforço e ao compromisso de muitas outras ativistas ao longo desses 19 anos, mais de 2.000 organizações em 159 países tem se organizado em volta da campanha dos 16 dias, e o problema da violência de gênero tem recebido um nível importante de atenção ao redor do mundo. Durante as preparações para a campanha, o CWGL lhe pede não só que reconheça e celebre os logros para por fim a violência contra as mulheres, porém também motive a participação da comunidade mais ampla ao
enfatizar o fato de que todos e todas temos um papel a desempenhar. Temos todos responsabilidade de por fim a violência de gênero, trabalhando juntos: mulheres, meninas, homens, meninos, e pessoas de todas as gerações, ofícios, orientações
sexuais, posições políticas e estratos socioeconômicos.

ATUE: PODEMOS FAZER A DIFERENÇA

Em 2009, é o 10° aniversario do reconhecimento formal pelas Nações Unidas do 25 de novembro como Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher. Tem muitas outras datas e documentos importantes que tem resultado das AÇÕES das ativistas e defensoras dos direitos das mulheres. O movimento contra a violência contra as mulheres é um bom exemplo da maneira em que o ativismo a nível local pode se transformar em ações a nível global. Durante a campanha dos 16 dias, o CWGL, convida a pessoas, organizações e governos a atuar nos compromissos que se façam para acabar com a violência contra as mulheres. Cada compromisso – seja uma promessa pessoal, uma lei local ou nacional, uma convenção ou resolução internacional, ou a Plataforma de Ação de Beijing – deve-se considerar como uma promessa as mulheres.

JÁ É O MOMENTO de tornar realidade essas promessas. Cada ação, não interessa a sua dimensão, pode fazer a diferença!

RECLAME: TEMOS QUE PRESTAR CONTAS

Na Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, que teve lugar em Beijing em 1995, organizações das mulheres de todas partes do mundo se reuniram com representantes dos governos e contribuíram na produção da Plataforma de Ação de Beijing – que até hoje continua sendo um dos documentos mais avançados sobre os direitos das mulheres que tem sido negociado com os governos. Nesse documento pioneiro se contempla uma lista de ações que, se fossem implementadas,teriam o efeito de reduzir a violência contra as mulheres. Em 2010 se celebrará o 15° aniversario da Conferência de Beijing
sobre as mulheres. Por isso, todas e todos deveríamos reclamar a implementação da Plataforma de Ação de Beijing, assim como de outros documentos chaves, e reclamar a prestação de contas pelos Estados em respeito ao término da impunidade, a destinação dos recursos adequados, e a implementação de boas leis e planos nacionais de ação em torno da violência contra as mulheres. Fazemos também um chamado a ONU a tomar ações mais fortes com respeito ao marco de ação da campanha do Secretariado Geral da ONU “UNIDOS para por fim a violência contra as mulheres.”

Todas e todos temos a responsabilidade de cumprir nosso papel para reduzir a violência a nível individual e comunitário, assim como a nível global e de Estado-nação.


A campanha dos 16 dias de Ativismo contra a Violência de Gênero é uma campanha internacional que tem suas origens no primeiro Instituto Global do Liderança das Mulheres, que foi patrocinado pelo Centro pelo Liderança das Mulheres(CWGL) na Universidade de Rutgers em 1991. As participantes escolheram as datas — o 25 de novembro, que é o Dia Internacional contra a Violência contra as Mulheres, e o 10 de dezembro, que é o Dia Internacional dos Direitos Humanos, com a finalidade de vincular de maneira simbólica a violência contra as mulheres com os direitos humanos,
enfatizando o fato de que a violência contra as mulheres é uma violação dos direitos humanos.

AMÉRICA LATINA E CARIBE-25 DE NOVEMBRO: PARA PREVENIR E ERRADICAR A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES


AMÉRICA LATINA E CARIBE
25 de novembro: Para prevenir e erradicar a violência contra as mulheres


A Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe (Rsmlac), lançou o "Chamado à Ação 2009", uma convocação que trata sobre as atividades que serão realizadas no dia 25 de novembro - Dia para prevenir e erradicar a violência contra as mulheres.

"Neste ano de 2009, quando estamos perto de finalizar a primeira década do século 21, decidimos impulsionar o seguinte chamado à ação: Pelas mulheres do Terceiro Milênio, basta de discriminação, exclusão e violências! Com isto, queremos enfatizar, em primeiro lugar, o enorme desafio que a sociedade atual enfrenta em termos de colocar um obstáculo à violência sexista através da construção de um novo pacto social que reconheça as mulheres como sujeitas de direitos humanos plenos e em igualdade de condições com os homens. No século 21 não podemos seguir sendo cidadãs de segunda classe", afirma a convocação.

A convocação recorda, além disso, os 30 anos da assinatura da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher.

domingo, 18 de outubro de 2009

AJUDEM AS MULHERES VÍTIMAS DAS GUERRAS E ABUSOS












http://www.womenforwomen.org/

O Movimento " As mulheres para as mulheres internacionais" mobiliza mulheres para mudar suas vidas, nos aproximando das suas reais necessidades, dos seus ambientes de conflito.

Nós começamos trabalhando com as mulheres que podem ter perdido tudo no conflito e frequentemente não têm para onde ir. A participação em nosso programa one-year lança mulheres em uma viagem que vai da sobrevivência ao cidadão ativo. Nós identificamos serviços para ajuda-las na sua participação social, econômica e política em suas comunidades.

Enquanto cada mulher está no processo de recuperação e da reabilitação, abri-se uma janela de oportunidades. As mulheres que atravessam nosso programa estão em posições de liderança em suas vilas, participam ativamente da reconstrução de suas comunidades, constroem a sociedade civil, começam negócios, treinam outras mulheres, se transformam em cidadãs ativas que podem ajudar estabelecer paz e estabilidade duráveis.