sexta-feira, 29 de maio de 2015

Chamada para o 2º Salão do Livro de New York - 1 e 2 de Outubro

Inscrições abertas para participar deste Salão do Livro que está abalando a cidade de New York. O Salão do Livro de New York, que lancei no ano anterior, se propõe em 2015 a ser um fórum de debate sobre literatura junto a área acadêmica. Estaremos nas Universidades mostrando a produção literária do autor brasileiro para um público de estudantes, professores, pessoas ligadas as áreas de literatura e português fora do Brasil. É uma proposta inovadora e estou apostando nesta atividade como um aliado no aprofundamento e extensão das feiras literárias internacionais. Local do 2º Salão do Livro de New York: State University of New York at Nassau Community College.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Palestra nos EUA e Lançamento dos meus Livros

Indo para EUA realizar palestra para mulheres imigrantes sobre violência doméstica em New Jersey, 24 de maio, dando prosseguimento ao meu projeto Movimento Defesa da Mulher de atender mulheres que sofrem violência no mundo. No dia 21 de maio lançando em New York.
Livro A Mulher e Seus Diretos. Este livro é uma tentativa de popularizar leis, decretos e documentos que reafirmam os direitos das mulheres. Escolhi este tema depois de muitas palestras realizadas por mim em várias comunidades do país e conferir que a desinformação sobre os direitos da mulher é total. A indiferença das autoridades em divulgar os direitos alcançados pelas mulheres chega a ser indecente em um país onde a cada 2 horas uma mulher é assassinada. O livro é dedicado à paquistanesa Malala Yousafzai, que luta pelo direito das meninas de seu país a freqüentar a escola. Abro este livro com a Carta das Mulheres que considero o documento mais importante na luta pelos direitos da mulher no Congresso, redigida por mulheres de todo o país e organizada pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher criado em agosto de 1985. A Carta das Mulheres Brasileiras aos Constituintes foi entregue em 1987 ao deputado Ulisses Guimarães, Presidente do Congresso Nacional. Nela estavam várias reivindicações do movimento feminista brasileiro e os mais expressivos eram: a proposta dos direitos para os trabalhadores domésticos, o aumento da licença maternidade para quatro meses, o direito das mulheres que se encontravam nas prisões poderem amamentar seus filhos, o direito à titularidade da terra para a mulher rural (independente do seu estado civil) e a denuncia da discriminação da mulher no mercado de trabalho. O livro presta uma homenagem às pioneiras na luta pelos direitos das mulheres negras como Maria Firmina dos Reis (1825-1917), maranhense, que publicou o livro “Úrsula”, o qual é considerado o primeiro livro abolicionista escrito por uma mulher brasileira, e Antonieta de Barros (1901-1952) jornalista, educadora, escritora, negra e primeira mulher eleita para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Muita coisa mudou durante os anos, mas ainda não temos o que festejar. Estamos em posições desconfortáveis perante a violência, o mercado de trabalho e os nossos direitos, nem sempre respeitados. Ainda somos invisíveis para o Estado. Não há melhor frase para definir a luta pelos direitos dos indivíduos no mundo que “Direitos são adquiridos”. Não se ganham, luta-se para tê-los. Autora: Jô Ramos www.defesadamulher.com.br Twitter: @womenhelp E-mail: defesadamulher8@gmail.com

quarta-feira, 9 de abril de 2014