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quarta-feira, 7 de maio de 2014
Palestra nos EUA e Lançamento dos meus Livros
Indo para EUA realizar palestra para mulheres imigrantes sobre violência doméstica em New Jersey, 24 de maio, dando prosseguimento ao meu projeto Movimento Defesa da Mulher de atender mulheres que sofrem violência no mundo. No dia 21 de maio lançando em New York.
Livro A Mulher e Seus Diretos.
Este livro é uma tentativa de popularizar leis, decretos e documentos que reafirmam os direitos das mulheres. Escolhi este tema depois de muitas palestras realizadas por mim em várias comunidades do país e conferir que a desinformação sobre os direitos da mulher é total. A indiferença das autoridades em divulgar os direitos alcançados pelas mulheres chega a ser indecente em um país onde a cada 2 horas uma mulher é assassinada. O livro é dedicado à paquistanesa Malala Yousafzai, que luta pelo direito das meninas de seu país a freqüentar a escola.
Abro este livro com a Carta das Mulheres que considero o documento mais importante na luta pelos direitos da mulher no Congresso, redigida por mulheres de todo o país e organizada pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher criado em agosto de 1985. A Carta das Mulheres Brasileiras aos Constituintes foi entregue em 1987 ao deputado Ulisses Guimarães, Presidente do Congresso Nacional. Nela estavam várias reivindicações do movimento feminista brasileiro e os mais expressivos eram: a proposta dos direitos para os trabalhadores domésticos, o aumento da licença maternidade para quatro meses, o direito das mulheres que se encontravam nas prisões poderem amamentar seus filhos, o direito à titularidade da terra para a mulher rural (independente do seu estado civil) e a denuncia da discriminação da mulher no mercado de trabalho. O livro presta uma homenagem às pioneiras na luta pelos direitos das mulheres negras como Maria Firmina dos Reis (1825-1917), maranhense, que publicou o livro “Úrsula”, o qual é considerado o primeiro livro abolicionista escrito por uma mulher brasileira, e Antonieta de Barros (1901-1952) jornalista, educadora, escritora, negra e primeira mulher eleita para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
Muita coisa mudou durante os anos, mas ainda não temos o que festejar. Estamos em posições desconfortáveis perante a violência, o mercado de trabalho e os nossos direitos, nem sempre respeitados. Ainda somos invisíveis para o Estado. Não há melhor frase para definir a luta pelos direitos dos indivíduos no mundo que “Direitos são adquiridos”. Não se ganham, luta-se para tê-los.
Autora: Jô Ramos
www.defesadamulher.com.br
Twitter: @womenhelp
E-mail: defesadamulher8@gmail.com
quarta-feira, 9 de abril de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Mina Palestra e Prêmio em Genebra - Suíça - dezembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
Movimento Defesa da Mulher Firma Parceria com a Organização Internacional Safe World For Women
O Movimento Defesa da Mulher recebeu convite da Organização Safe World for Women para trabalharmos em conjunto. Estou muito feliz com o convite que aceitei de imediato. Esta organização ajuda mulheres do mundo todo, principalmente na África, Quênia, Sudão, Congo, Paquistão, Afeganistão e foi criada por minha amiga Chris Crowstaff que coordena da Inglaterra, os grupos em todo mundo. Ela foi homenageada pela ONU este ano, em uma solenidade emocionante.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
Ajuda Humanitária
AJUDA HUMANITÁRIA
Por que tantas pessoas não fazem nada para ajudar outras? esta é uma pergunta fácil e difícil de responder; primeiro porque a maioria não sabe por onde começar, segundo porque não confiam nos órgãos ou organizações. É claro que você pode fazer mais - sempre pode fazer mais e deveria fazer mais -, mas mesmo assim o importante é fazer o que pode, sempre que pode. Comecem trabalhando como voluntário ou doando dinheiro, e depois decidam qual causa abraçar. Mary Anne Schwalbe, da Comissão Feminina para Refugiados, dizia “ E há lago que você sempre pode dizer às pessoas que querem aprender mais sobre o mundo e não sabem como achar uma causa para apoiar. Você sempre pode mandar que leiam”.
Mariatu Kamara escreveu um livro chamado A Mordida da Manga que todos deveriam ler. Conta sua história em Serra Leoa e como perdeu suas mãos, com apenas 12 anos de idade, quando foi capturada por rebeldes, soldados adultos e meninos. Os meninos rebeldes cortaram suas mãos para que ela não votasse mais no presidente. Hoje ela educa outras pessoas sobre a guerra e sobre HIV/Aids, conseguiu emigrar para o Canadá e construir uma vida nova. Tem um compromisso de construir lares para mulheres e crianças vítimas de maus-tratos.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
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